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	<title>Santuário Santa Rita de Extrema</title>
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		<title>Atos da paróquia</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 17:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Atos da paróquia - Confraria de São Vicente
FATOS HISTÓRICOS
CAPELA DE SÃO BENEDITO]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Atos da paróquia &#8211; Confraria de São Vicente</strong></p>
<p>FATOS HISTÓRICOS</p>
<p>CAPELA DE SÃO BENEDITO</p>
<p>ASILO SÃO VICENTE DE PAULO</p>
<p>MARIA VANDA OLIVOTI</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>COLABORAÇÃO: Deusdedite Alves Cardoso</p>
<p>Dr. José Leonel Zíngaro</p>
<p>Manoel Pereira da Silva</p>
<p>Wanda Comanducci de Cunto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O século XIX destacou-se pela Revolução Industrial e pelas novas idéias que surgiam nos meios acadêmicos. Os jovens da época, principalmente, os estudantes de direito abraçavam, com entusiasmo, os princípios de Liberdade, de Igualdade e de Fraternidade e lutavam por eles. Assim aconteceu com um grupo de estudantes católicos em Paris. Emmanuel Bailly reuniu um grupo de jovens para debaterem sobre literatura, história, direito e filosofia. Entre eles estava Frédéric Ozanam. Em meio a uma acirrada discussão, um dos jovens elogiou o ceticismo de Lord Byron e disse que o cristianismo já havia feito muitas maravilhas no passado, mas que, naquele momento, estava morto. Ozanam e alguns amigos ponderaram o que o jovem disse e resolveram não só “pensar” e “falar” sobre Liberdade, Igualdade e Fraternidade, mas “agir”. Auguste Le Taillandier, que fazia parte do grupo de jovens, sugeriu fundar uma “Conferência de Caridade”. Conversaram com Bailly sobre essa inspiração, e o católico senhor, entusiasta do cristianismo, incumbiu Frédéric Ozanam de fundar uma obra para jovens, cujo ideal consistiria na visita aos pobres. O grupo escolheu como patrono São Vicente de Paulo e colocaram a obra, que iria nascer, sob a proteção da Virgem Maria. Surgiu então a Sociedade São Vicente de Paulo, atuando como Conferências em diversas regiões da França e mais tarde no mundo todo. Ozanam dizia: “Eu gostaria de abraçar o mundo inteiro em uma rede de caridade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Sociedade não tem a intenção de ser “paternalista”, mas, sim, pretende ser uma sociedade que promova o pobre e trabalhe pelo respeito a sua dignidade de pessoa humana. Através das visitas, tem o propósito de elevar a condição humana dos menos favorecidos, respeitar a sua dignidade e procurar promovê-los cultural, social e economicamente. Em todas as partes do mundo, os Vicentinos trabalham da mesma maneira, orientados por regras que devem ser cumpridas pelos confrades. As conferências estão unidas entre si, através de uma organização formal e consistente, da seguinte forma: 1) Conferências; 2) Conselhos Particulares; 3) Conselho Central; 4) Conselhos Metropolitanos; 5) Conselhos Nacionais; 6) Obras Unidas e Especiais; 7) Conselho Geral Internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em Extrema, a criação do Asilo São Vicente de Paulo deu-se antes da fundação da Sociedade São Vicente de Paulo. A idéia de se ter um asilo em Extrema surgiu em uma reunião, na casa do Sr. Alfredo Olivotti, no dia lº de novembro de 1947, quando um grupo de senhores organizava o Natal dos Pobres. Na reunião seguinte, realizada no dia 04 de janeiro de 1948, já se tratou do local onde seria estabelecido o asilo. Foi levantada a possibilidade de receber da Prefeitura Municipal, em doação, uma data de terra. No dia 20 de setembro de 1949, na sala de reunião da Igreja, estando reunido um grupo de senhores juntamente com o Padre Antonio Teodoro Tibúrcio, foi estudada a possibilidade de se fundar a Sociedade São Vicente de Paulo, anexando o Asilo como Obra Unida. No dia seguinte, aos 21 de setembro de 1949, em reunião, foram aprovados os Estatutos da Sociedade. A primeira diretoria ficou assim constituída: Presidente de honra: Padre Antonio Teodoro Tibúrcio; Presidente: Alfredo Olivotti; Vice Presidente: Romualdo Alves Martins; Secretário: José Inácio Fernandes; Tesoureiro: Valdomiro Antonio da Silva; 1º Procurador: Vicente Onisto; 2º Procurador: Alexandre Morbidelli.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Escritura de Doação do terreno à Sociedade, tendo como doador o Município de Extrema, foi assinada, no dia 02 de dezembro de 1965, no 2º Serviço Notarial, desta cidade, no Livro nº 36, fls.86/87, quando presidente da sociedade era o Sr. Romualdo Alves Martins e Prefeito Municipal o Sr. Gumercindo Luiz Pinto Monteiro, no seu terceiro mandato. O imóvel doado consiste em um terreno com a área de 1.800,00m2, situado à Rua Tiradentes. Um belo terreno! A grande conquista desses fundadores foi justamente a aquisição do imóvel e o início de uma obra filantrópica em Extrema. Ajudados por muitas outras pessoas, construíram uma vila com algumas casinhas, denominada de “Asilo São Vicente de Paulo. O pároco da época, Padre Antonio, dava assistência espiritual aos anciãos e incentivava a comunidade a manter o asilo com doações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Sociedade São Vicente de Paulo, atualmente, é composta por duas Conferências, a de Santa Rita e a de São Benedito. A Conferência de Santa Rita está sob a presidência do Sr. João Custódio de Souza e a compõem o Sr. Deusdedite Alves Cardoso e Sra. Isabel Alves Cardoso; Aparecida de Souza Pinto (conhecida como Maria do Valdemar), Maria Antonia Peres da Cruz, José Vasquez e Sra. Helena Vasquez, Sr. Antonio Moura de Lima, Geraldo Eustáquio de Morais, Lourdes Moreira de Lima. A Conferência reúne-se, semanalmente, e já está na 552ª reunião. Anualmente, comemora-se o aniversário da Sociedade, no dia 12 de outubro, em Congonhal, onde está sediado o Conselho Particular da Sociedade, que abrange as cidades de Extrema, Itapeva, Camanducaia, Cambui, Senador Amaral, Bom Repouso e Congonhal. A Conferência de Santa Rita distribui cerca de 17 cestas básicas mensais e faz frequentes visitas às famílias necessitadas. Mantém também um bazar, na sede da sociedade, fornecendo roupas e calçados, a preço módico, às famílias carentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Conferência de São Benedito, no Bairro de São Cristóvão foi fundada em 08 de abril de 2000. Está sob a presidência do Sr. Manoel Pereira da Silva, que também é o Presidente do Conselho Particular da Sociedade.  Essa conferência foi fundada para atender um grande número de pessoas necessitadas que reside no Bairro São Cristóvão e adjacências. Os vicentinos dão assistência a onze famílias cadastradas, mas chegam a atender mais de dezoito. Distribuem cerca de dezessete a dezoito cestas básicas mensais. Para muitas famílias, além de fornecerem mantimentos, levam também roupas e medicamentos com receita médica. O Sr. Manoel é vicentino desde o dia 12 de fevereiro de 1961 e diz arrepender-se somente de uma coisa: não ter sido vicentino antes. Já trabalhou em favelas, em São Paulo, levando conforto material e espiritual. Lembra-se, com emoção, das palavras do Papa João Paulo II, quando diz: “Vocês, Vicentinos, são o braço direito da Igreja.” Para o Sr. Manoel, os pobres são a chave que abre as portas do Reino dos Céus. Diz Seu Manoel que ser vicentino é seguir o exemplo de Cristo, atendendo, principalmente, os desvalidos, os que não têm voz nem vez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde a fundação do asilo, houve alternância da Presidência. Dona Wanda Comanducci de Cunto foi eleita para ser presidente da sociedade, pela primeira vez, em 31 de maio de 1973. Mais tarde, em 27 de outubro de 1984, foi eleita novamente, ficando na presidência até o ano de 2000. Foi quem mais tempo ficou como presidente, dedicando-se a esse trabalho com muita abnegação. Com o apoio da comunidade e principalmente auxiliada por José Roberto Pierucci, promoveu muitas festas para angariar fundos para o asilo. Por alguns anos, realizou a Festa de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário, nos moldes das festas tradicionais populares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O asilo é uma Obra Unida da Sociedade São Vicente de Paulo. Desde o ano de 2009, até os nossos dias, a presidência do asilo está sob os cuidados do Sr. Deusdedite Alves Cardoso. O Asilo passou por uma grande reforma e está sendo ampliado. Foram reformadas 09 casinhas, oferecendo mais conforto aos seus moradores. Já estão construídos: uma grande sala de reunião com dois banheiros, um dispensário para bazar com um banheiro e uma dispensa com banheiro.      Estão em construção um amplo refeitório, uma cozinha e quatro banheiros. No projeto, ainda constam uma sala de lazer, uma sala para consulta médica, dois dormitórios e mais dezessete casinhas, cada uma composta de um dormitório e um banheiro. A atual diretoria, além de angariar fundos com festas beneficentes, tem recebido ajuda dos poderes executivos e legislativos de Extrema, das empresas Copenhagen e Centauro. Os Srs. Helena e José Vasquez, membros da Conferência de Santa Rita dão o seguinte depoimento: “Quando terminamos o catecumenato, fomos convidados a participar da Sociedade São Vicente de Paulo. Foi e ainda está sendo uma experiência de vida, pois a caridade é o amor pelos menos favorecidos. É um exercício que todo cristão deveria experimentar, pois é gratificante e compensador. Ser vicentino é servir, como servos de Deus, visitar, como irmãos em Cristo e divulgar a Palavra, com humildade e simplicidade, como verdadeiros cristãos.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No local, onde está sediado o Asilo São Vicente de Paulo, já existia uma igrejinha, data do início do século passado, que permanece conservada até os dias de hoje, cujo padroeiro é São Benedito. Diz a tradição oral que o Sr. José Gonçalves, filho do coronel Ezequiel Gonçalves, foi quem construiu a capelinha nesse local e escolheu São Benedito para ser o Patrono. Promovia, anualmente, uma festa em homenagem ao santo padroeiro e à Nossa Senhora do Rosário, reunindo, principalmente, os descendentes dos escravos que habitavam a região de Extrema. Era um homem muito caridoso e a sua alegria era dividir um pouco do que tinha com os mais necessitados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As obras sob a proteção de São Vicente de Paulo espalham-se pelo mundo todo, porque no coração da pessoa humana existem aspirações positivas de se praticar o bem. Diz Frederico Ozanam: “A primeira necessidade do homem, a primeira necessidade da sociedade são as idéias religiosas: o coração tem sede de infinito.”</p>

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<p>&nbsp;</p>
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		<title>PROCLAMAS DE CASAMENTOS &#8211; Maio</title>
		<link>http://www.santuariosantaritadeextrema.org/proclamas-de-casamentos-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:08:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[outros destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[PROCLAMAS DE CASAMENTOS Paróquia de Santa Rita de Extrema Arquidiocese de Pouso Alegre Setor Pastoral Fernão Dias COM FAVOR DE DEUS QUEREM-SE CASAR Noivo: RODRIGO RIBEIRO FARIA Lugar e data de nascimento: Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21 de Maio de 1981 Pai: Daniel Faria Mãe: Sônia Ribeiro Faria &#160; Noiva: ARIANA DE CÁSSIA DECHEN [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PROCLAMAS DE CASAMENTOS</p>
<p>Paróquia de Santa Rita de Extrema</p>
<p>Arquidiocese de Pouso Alegre</p>
<p>Setor Pastoral Fernão Dias</p>
<p>COM FAVOR DE DEUS QUEREM-SE CASAR</p>
<p>Noivo: RODRIGO RIBEIRO FARIA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Rio de Janeiro &#8211; RJ, 21 de Maio de 1981</p>
<p>Pai: Daniel Faria</p>
<p>Mãe: Sônia Ribeiro Faria</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: ARIANA DE CÁSSIA DECHEN</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 24 de Setembro de 1987</p>
<p>Lugar do Batismo: São Paulo &#8211; SP</p>
<p>Pai: Osvaldo Dechen Filho</p>
<p>Mãe: Cleusa Helena Dechen</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Atibaia &#8211; SP, 19 de Maio de 2012, às 11:00h.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: LEANDRO ALMEIDA DA SILVA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Timbaúba &#8211; PE, 31 de Janeiro de 1982</p>
<p>Pai: Laelson Almeida da Silva</p>
<p>Mãe: Marlene Helena da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: DANIELA JOSÉ ANTÔNIO</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 15 de Julho de 1983</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: Waldomiro José Antonio</p>
<p>Mãe: Laurentina Carbone</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 08 de Junho de 2012, às 20:00h, na Igreja Santíssima Trindade..</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: SANDRO DO CARMO CARDOSO</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 15 de Junho de 1976</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: José do Carmo Cardoso</p>
<p>Mãe: Rita Paula Cardoso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: CRISTIANE GOMES DA SILVA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 01 de Janeiro de 1977</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: José Gomes da Silva</p>
<p>Mãe: Nair Alves de Oliveira Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 15 de Junho de 2012, às 16:00h, no Santuário.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: JOSÉ LUIZ CANTUARIA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Porteirinha &#8211; MG, 01 de Fevereiro de 1985</p>
<p>Lugar do Batismo: Porteirinha &#8211; MG</p>
<p>Pai: José Cantuaria</p>
<p>Mãe: Ana Maria Silveira Cantuária</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: GEISE BARBOZA DOS SANTOS</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Blumenau &#8211; SC, 14 de Maio de 1992</p>
<p>Lugar do Batismo: Blumenau &#8211; SC</p>
<p>Pai: José Arnor dos Santos</p>
<p>Mãe: Leonir de Brito Barboza</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 16 de Junho de 2012, às 17:00h, no Santuário.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: MAGNO CORREIA DE SOUSA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Santarém &#8211; PA, 09 de Fevereiro de 1987</p>
<p>Pai: Moacir Rodrigues de Sousa</p>
<p>Mãe: Maria Anelice Correia de Sousa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: TANIA APARECIDA DE MOURA LEITE</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 22 de Setembro de 1986</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: Raul de Moura Leite</p>
<p>Mãe: Maria Madalena de Oliveira Leite</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 23 de Junho de 2012, às 17:00h, no Santuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ano Litúrgico &#8211; Maio</title>
		<link>http://www.santuariosantaritadeextrema.org/ano-liturgico-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 15:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[outros destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo concluído as edições com o tema Missa Assistir não! Participar sim, iniciamos nossa catequese sobre o Ano Litúrgico, dividido em quatro edições, ou seja o Ano Cristão, as Festas; Santoral, Virgem Maria e os Santos neste tempo litúrgico; e a Divisão dos Anos em A, B e C. Desejamos aos nossos queridos leitores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo concluído as edições com o  tema Missa Assistir não! Participar sim, iniciamos nossa catequese sobre o Ano Litúrgico, dividido em quatro  edições, ou seja o Ano Cristão, as Festas; Santoral, Virgem Maria e os Santos neste tempo litúrgico; e a Divisão dos Anos em A, B e C. Desejamos aos nossos queridos leitores e leitoras uma boa reflexão catequética. Pe. José Franco.</p>
<p>O ANO LITURGICO &#8211; I</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ano Litúrgico é o nosso “Calendário religioso”. Contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro. O Ano Litúrgico começa  quatro semanas antes do Natal e termina na semana  em que se celebra a Festa de Cristo Rei, o Senhor do Universo. Tem como base as fases da lua, porque a Páscoa é celebrada na primeira lua cheia da primavera no oriente. Ai está o porquê da sua mobilidade. A centralidade do ano litúrgico está no domingo de Páscoa. Compõe-se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa. O Natal, na sua data, está em sintonia com o sol, chamado o solístico, o astro rei, por isso a data fixa, mas o Natal não supera a Páscoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Natal tem um tempo de preparação, que é o Advento; e a Páscoa tem também um tempo de preparação, que é a Quaresma. Ao lado do Natal e da Páscoa está um período longo, de 33 ou 34 semanas, chamado Tempo Comum. O Ano Litúrgico começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com o último sábado do Tempo Comum, que é na véspera do Primeiro Domingo do Advento. A seqüência dos diversos “tempos” do Ano Litúrgico é a seguinte:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CICLO DO NATAL</p>
<p>ADVENTO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Advento: Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação para receber Jesus.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: 4 domingos antes do Natal</p>
<p>Término: 24 de dezembro à tarde</p>
<p>Espiritualidade: Esperança e purificação da vida para o encontro de Deus Conosco.</p>
<p>Ensinamento: Anúncio da vinda do Messias</p>
<p>Cor: Róseo ou Roxo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>NATAL</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Natal: 25 de dezembro. É comemorado com alegria, pois é a festa do Nascimento do Salvador.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: 25 de dezembro</p>
<p>Término: Na festa do Batismo de Jesus</p>
<p>Espiritualidade: Fé, alegria e acolhimento.</p>
<p>Ensinamento: O Filho de Deus se fez Homem e a humanidade encontra e renova n’Ele a sua dignidade.</p>
<p>Cor: Branca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TEMPO COMUM</p>
<p>1ª PARTE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(1ª parte: Começa após o batismo de Jesus e acaba na terça feira (carnaval) antes da quarta-feira de Cinzas.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: 2ª feira após o Batismo de Jesus</p>
<p>Término: Véspera da Quarta-feira das Cinzas</p>
<p>Espiritualidade: A Esperança que se renova e a escuta da Palavra</p>
<p>Ensinamento: Anúncio do Reino de Deus</p>
<p>Cor: Verde</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2ª PARTE</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(2ª parte: Começa na segunda após Pentecostes e vai até o sábado anterior ao 1º Domingo do advento.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: Segunda-feira após o Pentecostes</p>
<p>Término: Véspera do 1º Domingo do Advento</p>
<p>Espiritualidade: Vivência do Reino de Deus que nos chama a missão na Igreja.</p>
<p>Ensinamento: Os Cristãos são o sinais do Reino</p>
<p>Cor: Verde</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>CICLO DA PÁSCOA</p>
<p>QUARESMA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quaresma: Começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira da semana santa, com a celebração da Ceia do Senhor, onde começa o tríduo pascal. Tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de 5 semanas em que nós preparamos para a Páscoa. Uma trilha para a Páscoa de Cristo e a nossa Páscoa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não se diz &#8220;Aleluia&#8221;, nem se colocam flores na igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor. É um tempo de sacrifício e penitências, não de louvor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: Quarta-Feira das Cinzas</p>
<p>Término: Quinta-feira da Semana Santa, quando se inicia o Tríduo Pascal.</p>
<p>Espiritualidade: Penitência e conversão</p>
<p>Ensinamento: A misericórdia de Deus acontecendo hoje na vida.</p>
<p>Cor: Roxa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PÁSCOA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Páscoa: Começa com a ceia do Senhor na quinta-feira santa. Neste dia, é celebrada a Instituição da Eucaristia e do sacerdócio e o testamento de Jesus que nos deixa o exemplo de amor e serviço. Na sexta-feira, celebra-se a paixão e morte de Jesus. É o único dia do ano em que não há missa. Acontece apenas uma Celebração da Palavra onde somos convidados a nos colocarmos diante da Cruz do Mestre, que se torna a arvore da vida, e nos alimentamos dos frutos desta árvore que é a Eucaristia da última ceia, antes da morte do Senhor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No sábado, acontece a solene Vigília Pascal, na madrugada antes de amanhecer o dia que não foi feito para dormir, que é a Vigília Mãe, o dia e a celebração maior da Igreja. O Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa não se restringe ao Domingo da Ressurreição. Ela se estende até a Festa de Pentecostes. (Pentecostes: É celebrado 50 dias após a Páscoa, como se fosse apenas um domingo. Jesus ressuscitado volta ao Pai e nos envia o Paráclito.)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Início: Do tempo da Páscoa é na Quinta &#8211; feira Santa.</p>
<p>Término: No Pentecostes</p>
<p>Espiritualidade: Alegria em Cristo Ressuscitado</p>
<p>Ensinamento: Ressurreição e vida eterna e vida na Comunidade de Jesus.</p>
<p>Cor: Branca</p>
<p>O TEMPO COMUM</p>
<p>Ao todo são 33 ou 34 semanas. É um período sem grandes acontecimentos. É um tempo que nos mostra que Deus se fez presente nas coisas mais simples do dia a dia. É um tempo de esperança renovada e acolhimento da Palavra de Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;O Tempo comum não é tempo vazio. É tempo de a Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e nos trabalhos pelo Reino.&#8221; (CNBB – documento 43.132)</p>
<p>E nem mesmo um tempo temático.Ele tem a sua própria espiritualidade e mistagogia na contemplação do mistério da salvação, concretizadas nos gestos e Palavras de Jesus. Celebrar o tempo comum é entrar passo a passo no mistério da vida de Cristo: antes          (Antigo Testamento), durante (Evangelhos) e depois ( Novo testamento) para continuar a nossa missão de discípulos e missionários como batizados e membros da Igreja, pois nós não celebramos temas como, por exemplo, dia das  mães, pais, vocações ou outros. Nós celebramos uma pessoa concreta com toda a sua vida que é Jesus Cristo. Por isso, afirmamos: a liturgia cristã &#8211; católica é sempre Cristológica. Ou seja, celebra Jesus Cristo e sua vida ocupa o seu centro.</p>
<p>Na próxima edição as festas da Virgem Maria e dos santos dentro do Ano Litúrgico.</p>
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		<title>A ARTE DE REESCREVER A VIDA</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livros muito usados têm capas desgastadas, folhas que se soltam devido ao manuseio por muitas pessoas. Quanto mais o tempo passa mais amarelas as folhas ficam. Envelhecimento causado pelo tempo. Cada livro é sempre uma surpresa. Mas nem toda surpresa é agradável. Mas o respeito por todas as surpresas sempre é necessário. &#160; Com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Livros muito usados têm capas desgastadas, folhas que se soltam devido ao manuseio por muitas pessoas. Quanto mais o tempo passa mais amarelas as folhas ficam. Envelhecimento causado pelo tempo. Cada livro é sempre uma surpresa. Mas nem toda surpresa é agradável. Mas o respeito por todas as surpresas sempre é necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com o tempo os livros vão ficando velhos e desgastados. Outros permanecem intactos, pois nunca foram abertos. Ninguém teve a curiosidade de conhecê-los. Mas isso não os impede de ficarem velhos também. A única diferença é que nunca tiveram seu conteúdo conhecido. Foram impressos, mas nunca foram lidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitos julgam o livro pela capa. Mas nem sempre a capa revela o conteúdo de um livro. Há livros com capas feias e pouco atraentes, mas cujos conteúdos são de uma riqueza imensa. Outros livros têm belíssimas capas, mas o conteúdo é fútil e pouco aproveitável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ser humano é um grande livro escrito pela vida. O estilo literário que trazemos em nossas páginas da vida são os mais variados possíveis. Existem dramas de vida que criaram feridas que nunca foram cicatrizadas. Há belas histórias de amor e tristes conclusões de separações. Existem terríveis contos policiais. Há histórias fictícias que nunca irão acontecer e sonhos que esperam o momento de ganharem vida. Há ainda relatos de superação que podem ajudar outras pessoas a se reerguerem após as quedas da jornada existencial. Cada vida é uma história e cada história um livro que escrevemos nas páginas de nosso coração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas pessoas escreveram suas histórias de modo triste. Rabiscaram frases corretas e apagaram páginas de felicidade. Outros apagaram os erros e reescreveram novas frases de esperança. Nas páginas da história da vida muitos tem enriquecido o vocabulário de seus textos com valores que sempre serão eternos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há histórias inacabadas que ficaram pela metade. Em cada alma encontramos um livro diferente. Aprender a ler a vida de cada pessoa com amor é um ato humano de olhar o livro além das capas que desenharam. O respeito e o carinho pelas frases ilegíveis das imperfeições da escrita de cada ser humano é um abraço de misericórdia em histórias mal concluídas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando a pecadora ia ser apedrejada, Jesus não ficou preso à capa daquela história que lhe contavam. Ele sabia que nas linhas tortas e na letra ilegível daquelas páginas mal escritas existia o arrependimento de não ter acertado as lições da vida. Enquanto todos julgavam o livro pela capa, Ele preferiu ler as entrelinhas daquela alma. E foi na leitura amorosa do perdão que Jesus mostrou que aquela história que tinha uma capa maltratada pelo tempo poderia ser reescrita de modo correto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jesus olhou para aqueles que desejavam por fim àquela história e lhes mostrou que as histórias de cada vida eram tão mal escritas quanto às daquele livro que estava prestes a ser apagado da história. Quando todos olharam para suas belas capas de perfeição descobriram o conteúdo mal redigido de suas vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi o amor de Jesus que deu a pecadora a chance de reescrever novos parágrafos de uma vida que havia sido lida apenas pela capa que trazia consigo. Ao olhar para as páginas que ela mesma tinha escrito, pode perceber que a borracha do perdão divino havia apagado os erros da caligrafia de uma vida de imperfeições. Com as páginas novas de possibilidades aquela mulher voltou para casa com a esperança de fazer de sua vida um poema de felicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aquilo que escrevemos nas páginas de nossa história pode não ter sido tão bonito como havíamos sonhado. A vida não nos permite arrancarmos as páginas de nosso livro da vida, mas ela permite que reescrevamos frases de um tempo novo que se chama hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cada novo dia nos oferece uma nova página para escrevermos histórias que serão eternizadas no coração de Deus. Nas linhas da vida, Deus nos oferece a borracha do perdão que apaga os erros de frases mal escritas. Muitos podem olhar para a capa de seus erros, mas Deus olha para aquilo que você ainda vai escrever. A mais bela história da vida é escrita com as tintas do amor de Deus. As frases de uma vida nova começam com novos parágrafos que escrevemos em nossa alma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pe. Flávio Sobreiro</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editorial de Maio 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[outros destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Santuário de Santa Rita de Extrema, e o seu IV Aniversário. Foi em agosto de 2007, três meses após a minha chegada para assumir a Paróquia de Santa Rita de Extrema, percebendo a força devocional à santa padroeira, que iniciei a sua novena perpétua no dia 22 de agosto do mesmo ano e a aceitação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Santuário de Santa Rita de Extrema, e o seu IV Aniversário.</p>
<p>Foi em agosto de 2007, três  meses após a minha chegada para assumir a Paróquia de Santa Rita de Extrema, percebendo a força devocional à santa padroeira, que iniciei a sua novena perpétua no dia 22 de agosto do mesmo ano e a aceitação foi vista por  mim como uma iniciativa que chamou a outras. Seguiu-se, no ano seguinte, a criação das quinze quintas-feiras de Santa Rita, o quinzenário. A vida da Santa foi, de um modo especial, exercício na contemplação dos mistérios da Paixão e Morte de Jesus. A tanto chegou o seu amor na consideração das dores de Jesus que, um dia, prostrada aos pés do Crucificado, pediu amorosamente ao Senhor que lhe fizesse sentir um pouco daquela imensa dor que ele havia sofrido pregado na cruz. Conforme a história, da coroa que cingia a cabeça da imagem do Redentor, desprendeu-se um espinho, que se cravou na fronte da santa, causando-lhe intensíssimas dores até à morte. Aquela ferida era, na verdade, fonte de celestiais doçuras para a santa, mas, ao mesmo tempo, de desgosto para as religiosas, que não podiam suportar a vista daquela repugnante ferida, vendo-se, por esse motivo, obrigada a viver isolada de suas amadas irmãs. A santa aceitou isso como um novo favor do céu, ficando, assim, livre para tratar mais intimamente com Deus. Ali redobrou as suas penitências, os seus jejuns e as suas orações, esforçando-se em unir-se mais estreitamente com Jesus, seu celestial esposo. Tornou se costume  e tradição no seu Mosteiro, na Cidade de Cássia. Esta celebração das quinze quintas-feiras  fazem memória aos quinze anos de sofrimentos da santa das causas impossíveis. Mais uma vez a sua aceitação  e participação foram marcantes. Na quinta feira dia dedicado a Santíssima Eucaristia que ela tanto amou. A Santa foi a inspiração, a devoção dos fiéis foi a motivação e assim surgiu o Santuário, inclusive os extremenses católicos careciam e mereciam, como disse o Senhor Arcebispo Dom Ricardo Pedro no dia da elevação da antiga Matriz  à dignidade de Santuário serem elevados também no ânimo à vida paroquial. O resultado neste quatro anos é visto  a “olhos nus”: o aumento sucessivo na participação da vida religiosa e comunitária, as romarias chegando sempre por grupos que são acolhidos pelos padres, mesmo em dias comuns da semana, nas novenas, no terço com a procissão das velas, a exemplo dos grandes santuários europeus, a presença de bispo diversos para os dias de novena (este ano 6 bispos), o aumento significativo de romeiros nas festas, o numero mensal de velinhas que são acesas dia a dia chegando a média mensal de  9.500 unidades, ( se velas são acessas é porque temos muitas visitas) o numero cada vez maior de leigos e leigas que vêm assumindo a vida paroquial , a concessão papal das indulgência plenárias a cada dia 22 na participação da novena de Santa Rita, os inúmeros relatos de graças alcançadas por intermédio de Santa Rita que reza junto aos suplicantes a Deus nosso Pai, a criação do Jornal mensal  “O Santuário em suas mãos.”</p>
<p>Enfim a capelinha de Zéca Alves para a Beata Rita de Cássia em 1831, que só depois de 69 anos foi canonizada, isto em 24 de maio de 1900,e, depois da canonização da Santa,  criada a Paróquia de Santa Rita de Extrema e a Capela  então tornou- se Matriz em 1901, e  Santuário em 2008 que tem ainda muito a crescer, o seu potencial é grande.  Nunca Zéca Alves, ao começar esta história, poderia imaginar que chegaria a este ponto, assim como também nunca pensou que as terras doadas à Santa fossem cair em outras mãos e que hoje a sua Capelinha – Santuário estaria espremida entre veículos, sons, e tantas coisas e sem espaço para a sua ampliação física. Também nunca imaginaria que hoje o templo está sempre cheio, quer seja  num sábado, em um domingo com 4 missas, na segunda, na quarta, na quinta e nas sextas feiras, e que durante todos os dias, chegue ali a hora em que chegar há pessoas rezando.Nunca e jamais pensaria ele que tantas famílias E em número cada vez maior, consagram o seu amor na aliança matrimonial e muito menos que este tempo, sinal da Mãe Igreja, fosse gerar tantos filhos e filhas pelo santo batismo   para serem comunidade de Jesus. Que ali  se  ministra o sacramento da misericórdia com tanta freqüência a tantas pessoas que buscam o perdão de seus pecados e são acolhidos com toda ternura que merece a pessoa humana já como sinal da já bondade do Pai que perdoa seus filhos e filhas.</p>
<p>A história se constrói passo a passo, dia a dia. Este ano, quatro aninhos do nosso já querido Santuário, para onde ele irá&#8230; quem sabe, mas, com certeza, pelos bons caminhos já trilhados, ele terá ainda os seus grandes e ímpares momentos. Quem viver verá! E quem viver lembre-se que, no dia 10 de maio de 2008, Extrema viveu um dos seus maiores, senão o maior momento de expressão de vida religiosa após a silenciosa construção da Capelinha de Zéca Alves com a colocação, no seu altar, da imagem da Beata Rita de Cássia, que em 10 de maio de 2008, 176 anos após o Papa Bento XVI  abençoou e a chamou também de Santa Rita de Extrema e que ela hoje é parceira em oração com a sua Igreja materna o Mosteiro de Cássia na Itália. A  Capelinha  que se tornou a guardiã da Imagem fac-simile do corpo incorrupto, da relíquia ex-indumentis (pedaço da veste da Monja Rita de Cássia) e da relíquia ex-ossibus (fragmento ósseo do corpo da Santa), patrimônio impar e inigualável para Extrema, e ainda mais como local que dispensa de tantas graças e bênçãos, pois  na sua casa, da sua capela mortuária a  Santa das causas impossíveis ora a Jesus juntamente com cada fiel que ali chega. E Jesus, o seu grande e eterno amor  entre espinhos e rosas  se faz presente e atende as nossas preces. Parabéns, comunidade católica de Extrema. Esta festa é sua.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aconteceu &#8211; Abril</title>
		<link>http://www.santuariosantaritadeextrema.org/aconteceu-abril/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[outros destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[O nosso Santuário celebrou a Missa de 7º. Dia de: Isabel Medeiros Silva Santos Isaura Monteiro de Souza Antonio Alves da Mota &#160; As famílias enlutadas a nossa palavra de conforto: Jesus é a Ressurreição e a vida quem Nele crê terá a vida eterna. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Foram batizadas em nossa comunidade Paroquial as crianças: &#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso Santuário celebrou a Missa de 7º. Dia de:</p>
<p>Isabel Medeiros Silva Santos</p>
<p>Isaura Monteiro de Souza</p>
<p>Antonio Alves da Mota</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As famílias enlutadas a nossa palavra de conforto:</p>
<p>Jesus é a Ressurreição e a vida quem Nele crê terá a vida eterna.</p>
<p>++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++</p>
<p>Foram batizadas em nossa comunidade Paroquial as crianças:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ederson de Paula Santos</p>
<p>Pai: José Domingos dos Santos</p>
<p>Mãe: Therezinha Aparecida de Paula</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inae Aparecida Coutinho</p>
<p>Pai: José Aparecido Coutinho</p>
<p>Mãe: Lucia Helena Dias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jennifer Fonseca da Cruz</p>
<p>Pai: Jorge Eduardo da Cruz</p>
<p>Mãe: Tatiane Aparecida Fonseca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Karolaine da Rosa Soares</p>
<p>Pai: Claudiomiro de Oliveira Soares</p>
<p>Mãe: Rejane Farias da Rosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lislane Soares Santos</p>
<p>Pai: Cleber Gonçalves Santos</p>
<p>Mãe: Lisleane Soares Pedral</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Júnior Chaves Cruz</p>
<p>Pai: João Roque da Cruz</p>
<p>Mãe: Leonice da Silva Chaves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Juliana Chaves Cruz</p>
<p>Pai: João Roque da Cruz</p>
<p>Mãe: Leonice da Silva Chaves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Jaqueline Oliveira da Silva</p>
<p>Pai: Ronivaldo da Silva</p>
<p>Mãe: Cleonice Reis de Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mariana de Paula Balbino</p>
<p>Pai: Leolton Lopes Balbino</p>
<p>Mãe: Monaliza Aparecida de Paula</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Maria de Paula Balbino</p>
<p>Pai: Leolton Lopes Balbino</p>
<p>Mãe: Monaliza Aparecida de Paula</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alice 	Maria Lima Passos</p>
<p>Pai: Eduardo Alan Cardoso Passos</p>
<p>Mãe: Claudia Regina Lima Passos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Murilo Felipe Cardoso Passos</p>
<p>Pai: André Gustavo Cardoso Passos</p>
<p>Mãe: Michele Cardoso dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antonio Gabriel Moura dos Santos</p>
<p>Pai: Mauricio Rodrigues dos Santos</p>
<p>Mãe: Ligia Rodrigues de Moura</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pedro Alexandre Brito Oliveira</p>
<p>Pai: Alexandre Brito de Oliveira</p>
<p>Mãe: Mariana Moreira de Brito Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Milena Leandro Dini</p>
<p>Pai: Leandro Dini</p>
<p>Mãe: Valeria de Cassia Santana Dini</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Yan Alexandre Candido</p>
<p>Pai: Marcelo Luis Amancio Candido</p>
<p>Mãe: Elisangela Alexandre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Victor Eduardo Silva Bruno</p>
<p>Pai: Leonardo Francisco P. dos S. Bruno</p>
<p>Mãe: Josefa Maria Silva Bruno</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Gabrielli Cassia da Rosa Locilla</p>
<p>Pai: Clayton Ferreira Locilla</p>
<p>Mãe: Marcia Daniela da R. Locilla</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ítalo Patrick Assis de Sena</p>
<p>Mãe: Joelma Assis de Sena</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isabella de Toledo Souza</p>
<p>Pai: Gustavo de Toledo Souza</p>
<p>Mãe: Suzana Marcia da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Victor Hugo da Silva Ferreira</p>
<p>Pai: Fernando Ferreira de Freitas</p>
<p>Mãe: Samantha da Silva Valério</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Kauane Aparecida de Camargo</p>
<p>Mãe: Ana Jéssica Camargo da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pedro Luiz Soares Furigati</p>
<p>Pai: Fabio Luis Hernandes Furigati</p>
<p>Mãe: Mardelice Soares Furigati</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mirella da Rosa Soares</p>
<p>Pai: Diego Fabricio Soares dos Santos</p>
<p>Mãe: Lilian Fabricio Soares dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pamela Aparecida Cardoso Costa</p>
<p>Pai: Aguinaldo David Costa</p>
<p>Mãe: Rozilda Aparecida Cardoso</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Giovanna Isabely Oliveira Silva</p>
<p>Pai: José Geovany Souza da Silva</p>
<p>Mãe: Priscila Maria de Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isabelly Camilly da Costa</p>
<p>Pai: Marcelo Ribeiro da Costa</p>
<p>Mãe: Jacqueline Marcia Pimentel</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Victor Henrique da Costa Santos</p>
<p>Pai: Paulo Sérgio da Costa</p>
<p>Mãe: Priscila Raymundo dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Carolayne Oliveira Silva</p>
<p>Pai: Edson Alves SIlva</p>
<p>Mãe: Erica Oliveira dos Santos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Yasmin Stheffany de Lira Lima</p>
<p>Pai: Manoel Paes de Lima</p>
<p>Mãe: Antonia Maria de Lira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Kauã Henrique Martins Feitosa</p>
<p>Pai: Diego Julio Feitosa</p>
<p>Mãe: Ellysa Martins</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Clara Batista Oliveira</p>
<p>Pai: José dos Reis O. Pestana</p>
<p>Mãe: Dayane de Sousa Batista</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ana Julia Batista Oliveira</p>
<p>Pai: José dos Reis O. Pestana</p>
<p>Mãe: Dayane de Sousa Batista</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Giovana de Oliveira F. Barboza</p>
<p>Pai: Alexandre Junior Ferreira Barboza</p>
<p>Mãe: Elaine Aparecida de Oliveira</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aos pais e padrinhos a vida cristã destas crianças com como testemunho e apoio com a sua participação na vida da sua comunidade.</p>
<p>+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes casais se uniram pelo vinculo Sagrado do Matrimônio:</p>
<p>Vandson Castor Rodrigues e Josiane Sitniewski Cardoso</p>
<p>Eduardo Aparecido Benedito de Almeida e Larissa Pereira dos Passos</p>
<p>João Batista Cândido Lopes e Maria Cleusa Caetano Lopes</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A todos eles os nossos votos de felicidade e fidelidade vivendo os compromissos assumidos pelo Sacramento do Matrimônio</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Celebraram o Jubileu Matrimonial</p>
<p>Vicente Vieira da Rocha e Maria Filomena da Rocha (bodas de ouro)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dízimo &#8211; Maio</title>
		<link>http://www.santuariosantaritadeextrema.org/dizimo-maio/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[outros destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoral do Dízimo]]></category>

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		<description><![CDATA[O nosso desejo é ajudar a todos a compreender melhor o valor da participação dos cristãos católicos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O VALOR DA PARTICIPAÇÃO DO DÍZIMO:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>» DÍZIMO:</p>
<p>O nosso desejo é ajudar a todos a compreender melhor o valor da participação dos cristãos católicos na vida da comunidade. O dízimo será sempre fruto de uma consciência eclesial de comunhão e participação.</p>
<p>Na Igreja, Comunhão e Participação, é necessário que nos coloquemos numa posição evangélica. Assim, a minha pergunta não é quanto ou quem deve dar o dízimo, mas como vou participar e quem deve participar. Pois, eu tenho, como membro da comunidade cristã (católica), a missão de ajudar a construir o Reino de Deus. Então, preciso participar.</p>
<p>O Batismo nos compromete com a comunidade e com os serviços de evangelização que ela realiza. Desta forma, o batizado é um cristão que está ali para participar da construção do Reino de Deus. Todo batizado é responsável pelo projeto de Jesus. Assim, também no DÍZIMO, o batizado precisa estar presente.</p>
<p>Tudo o que o homem consegue com seu trabalho, com seu esforço e dedicação é continuação do ato criador e amoroso de Deus. Ele nos criou, conserva nossa existência e nos possibilita trabalhar e produzir. É justo que sejamos gratos a Deus. O Dízimo é um sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento necessário para oferecer o dízimo é, portanto, a nossa gratidão a Deus. Se não for um sinal de gratidão, de reconhecimento e de amor a Deus, o dízimo não tem sentido.</p>
<p>Quando o cristão diz: «eu sou dizimista», não está dizendo que está pagando, mas que está junto com aqueles que dispõem do fruto do seu trabalho para a construção da nova Sociedade que Jesus veio propor para todos.</p>
<p>A pessoa passa a contribuir com o dízimo, a assumir, porque é conscientizada, porque compreende o valor das coisas de Deus, porque acredita em Deus e participa da vida da comunidade como demonstração de maturidade espiritual, de reconhecimento e amor.</p>
<p>Enfim, todos temos o dever de agradecer a Deus. Esta gratidão deve se tornar concreta, não apenas por palavras. Nós agradecemos a Deus de forma concreta quando nos abrimos à conversão, procurando vivenciar integralmente o Evangelho e conseqüentemente, ajudando na expansão do Evangelho e da Igreja. Essa ajuda não pode se limitar ao nosso testemunho e ao nosso trabalho apostólico, mas inclui também a nossa participação material.Se você ainda não é dizimista,convidamos a fazer esta experiência em sua vida.Venha ser também um evangelizador.Deus nos abençõe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Domingo de Ramos inicia a Semana Santa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 19:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Domingo de Ramos inicia a Semana Santa &#160; O Domingo de Ramos, celebrado no último dia 1º de março, foi à abertura da Semana Santa e o encerramento da 49ª Campanha da Fraternidade, que este ano teve como tema “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema “Que a Saúde se Difunda sobre a Terra”. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo de Ramos inicia a Semana Santa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Domingo de Ramos, celebrado no último dia 1º de março, foi à abertura da Semana Santa e o encerramento da 49ª Campanha da Fraternidade, que este ano teve como tema “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema “Que a Saúde se Difunda sobre a Terra”. Em Extrema, centenas de católicos participaram da Procissão de Ramos, em que os fiéis levam consigo ramos de palmeira, o que originou o nome da celebração.</p>
<p>Este ano a saída da procissão foi do pátio da Unidade Materno Infantil, em homenagem ao tema da Campanha da Fraternidade. A Benção dos Ramos foi presidida pelo Pároco e Reitor do Santuário de Santa Rita de Extrema, Padre José Franco, com Ministros da Eucaristia, e depois todos saíram em procissão até o Santuário de Santa Rita, onde foi celebrada a missa, com jogral sobre a Paixão de Cristo, encenado pelo próprio padre, pelo músico Marcial Araújo e por Luísa.</p>
<p>O Domingo de Ramos marca a chegada de Cristo em Jerusalém para a Páscoa. Segundo os Evangelhos, Jesus foi a Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os discípulos. Entrou na cidade sentado num jumentinho – o símbolo da humildade – e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: “Hosana ao Filho de Davi!”</p>
<p>Dias depois é traído por Judas e pelos Fariseus, condenado e crucificado pelos soldados Romanos, por intriga de seus opositores.</p>
<p>Mas o que seria uma derrota humilhante tornou-se a redenção do Filho Unigênito de Deus e o surgimento de uma das maiores religiões do planeta.</p>
<p>A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.</p>
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		<title>Proclamas de casamentos &#8211; Abril 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:37:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Paróquia de Santa Rita de Extrema Arquidiocese de Pouso Alegre Setor Pastoral Fernão Dias &#160; COM FAVOR DE DEUS QUEREM-SE CASAR &#160; &#160; Noivo: JOSÉ MAURÍCIO BARBOSA SANTOS Lugar e data de nascimento: Ibicaraí &#8211; BA, 21 de Março de 1993 Lugar do Batismo: Ibicaraí &#8211; BA Pai: Dílson Francisco Santos Mãe: Elezenita Bonfim Barbosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paróquia de Santa Rita de Extrema</p>
<p>Arquidiocese de Pouso Alegre</p>
<p>Setor Pastoral Fernão Dias</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>COM FAVOR DE DEUS QUEREM-SE CASAR</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: JOSÉ MAURÍCIO BARBOSA SANTOS</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Ibicaraí &#8211; BA, 21 de Março de 1993</p>
<p>Lugar do Batismo: Ibicaraí &#8211; BA</p>
<p>Pai: Dílson Francisco Santos</p>
<p>Mãe: Elezenita Bonfim Barbosa</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: PRISCILA APARECIDA FONSECA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 11 de Outubro de 1983</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: Joaquim Fonseca</p>
<p>Mãe: Jandira Moreira Fonseca</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 15 de Maio de 2012, às 10:30h, na Comunidade Salto do Cima.</p>
<p>__________________________________________</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noivo: FERNANDO ROGERIO ALVES</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Extrema &#8211; MG, 15 de Janeiro de 1982</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: José Lopes Alves</p>
<p>Mãe: Maria Custódia Alves</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noiva: JUCEMARA MARQUES PADILHA</p>
<p>Lugar e data de nascimento: Bragança Paulista &#8211; SP, 24 de Julho de 1978</p>
<p>Lugar do Batismo: Extrema &#8211; MG</p>
<p>Pai: Alipio Marques Padilha</p>
<p>Mãe: Lazara Pereira Franco Padilha</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lugar e data do casamento: Extrema &#8211; MG, 26 de Maio de 2012, às 17:00h, no Santuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS</title>
		<link>http://www.santuariosantaritadeextrema.org/a-pascoa-e-seus-simbolos/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 18:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos vivendo o tempo pascal: Os símbolos pascais adotados pela Igreja pela inspiração bíblica. O branco nas missas próprias desse tempo litúrgico. É tempo de cantar Aleluia.Usa-se o Círio Pascal em todas as missas desse tempo litúrgico. Fala-se muito de ressurreição e de vida eterna. É tempo de batismo, renovação dos compromisso batismais. È tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo o  tempo pascal:</p>
<p><a href="http://www.santuariosantaritadeextrema.org/wp-content/uploads//pascoa.png" rel="shadowbox[post-1202];player=img;"><img class="alignleft size-full wp-image-1203" title="pascoa" src="http://www.santuariosantaritadeextrema.org/wp-content/uploads//pascoa.png" alt="" width="210" height="250" /></a></p>
<p>Os símbolos pascais adotados pela Igreja pela inspiração bíblica.</p>
<p>O branco nas missas próprias desse tempo litúrgico.</p>
<p>É tempo de cantar Aleluia.Usa-se o Círio Pascal em todas as missas desse tempo litúrgico. Fala-se muito de ressurreição e de vida eterna. É  tempo de batismo, renovação dos compromisso batismais. È tempo de cantar  o hino do  Glória. É um tempo litúrgico que não exige penitências, nem jejuns, nem abstinências;  ficando, porém, à escolha  de cada um.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Tempo Pascal é composto pelos seguintes domingos e semanas: Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor</p>
<p>Oitava da Páscoa &#8211; semana que procede a Páscoa</p>
<p>2º Domingo da Páscoa: Domingo da Divina Misericórdia</p>
<p>2ª Semana da Páscoa</p>
<p>3º Domingo da Páscoa</p>
<p>3ª Semana da Páscoa</p>
<p>4º Domingo da Páscoa: Dia do Bom Pastor e Dia mundial de orações pelas Vocações</p>
<p>4ª Semana da Páscoa</p>
<p>5º Domingo da Páscoa</p>
<p>5ª Semana da Páscoa</p>
<p>6º Domingo da Pácoa</p>
<p>6ª Semana da Páscoa</p>
<p>7º Domingo da Páscoa: Ascensão do Senhor</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O nome “páscoa” surgiu a partir da palavra hebraica &#8220;pessach&#8221; (&#8220;passagem&#8221;), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para &#8220;abrir passagem&#8221; aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).</p>
<p>Ainda hoje, a família judaica se reúne para o &#8220;Seder&#8221;, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar, há leituras nas sinagogas.</p>
<p>Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] .</p>
<p>Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da Páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.</p>
<p>O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa, é o símbolo da aliança feita entre Deus e o povo judeu na páscoa da antiga lei. No Antigo Testamento, a Páscoa era celebrada com os pães ázimos (sem fermento) e com o sacrifício de um cordeiro como recordação do grande feito de Deus em prol de seu povo: a libertação da escravidão do Egito. Assim o povo de Israel celebrava a libertação e a aliança de Deus com seu povo.</p>
<p>Moisés, escolhido por Deus para libertar o povo judeu da escravidão dos faraós, comemorou a passagem para a liberdade, imolando um cordeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os cristãos, o cordeiro é o próprio Jesus, Cordeiro de Deus, que foi sacrificado na cruz pelos nossos pecados, e cujo sangue nos redimiu: &#8220;morrendo, destruiu nossa morte, e ressuscitando, restituiu-nos a vida&#8221;. É a nova Aliança de Deus realizada por Seu Filho, agora não só com um povo, mas com todos os povos.</p>
<p>O cirio é uma grande vela que se acende na igreja, na Vigília Pascal, noite de aleluia. Significa que &#8220;Cristo é a luz dos povos&#8221;. Acende se esta vela no fogo abençoado na fogueira da Páscoa.</p>
<p>Nesta vela, estão gravadas as letras do alfabeto grego&#8221;alfa&#8221; e &#8220;ômega&#8221;, que quer dizer: Deus é princípio e fim. Os algarismos do ano também são gravados no Círio Pascal.</p>
<p>O Círio Pascal simboliza o Cristo que ressurgiu das trevas para iluminar o nosso caminho.</p>
<p>O pão e o vinho, sobretudo na Antiguidade, foram a comida e bebida mais comum para muitos povos. Cristo, ao instituir a Eucaristia, serviu &#8211; se dos alimentos mais comuns para simbolizar sua presença constante entre e nas pessoas de boa vontade. Assim, o pão e o vinho simbolizam essa aliança eterna do Criador com a sua criatura e sua presença no meio de nós.</p>
<p>Jesus já sabia que seria perseguido, preso e pregado numa cruz. Então, combinou com dois de seus amigos (discípulos), para prepararem a festa da Páscoa num lugar seguro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando tudo estava pronto, Jesus e os outros discípulos chegaram para juntos celebrarem a ceia da Páscoa. Esta foi a Última Ceia de Jesus.</p>
<p>A instituição da Eucaristia foi feita por Jesus na Última Ceia, quando ofereceu o pão e o vinho aos seus discípulos dizendo: &#8220;Tomai e comei, este é o meu corpo&#8230; Este é o meu sangue&#8230;&#8221;. O Senhor &#8220;instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e do seu Sangue para perpetuar assim o Sacrifício da Cruz ao longo dos séculos, até que volte, confiando deste modo à sua amada Esposa, a Igreja, o memorial da sua morte e ressurreição: sacramento de piedade, sinal de unidade, vínculo de caridade, banquete pascal, em que se come Cristo, em que a alma se cumula de graça e nos é dado um penhor da glória futura&#8221; [3].</p>
<p>A Páscoa judaica lembra a passagem dos judeus pelo Mar Vermelho, em busca da liberdade.</p>
<p>Hoje, comemoramos a Páscoa lembrando a jornada de Jesus: vida, morte e ressurreição.</p>
<p>Muitas igrejas possuem sinos que ficam suspensos em torres e tocam para anunciar as celebrações.</p>
<p>O sino é um símbolo da Páscoa. No domingo de Páscoa, tocando festivo, os sinos anunciam com alegria a celebração da ressurreição de Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ÓLEO</p>
<p>Na Antiguidade, os lutadores e guerreiros se untavam com óleos, pois acreditavam que essas substâncias lhes davam forças. Para nós, cristãos, os óleos simbolizam o Espírito Santo, aquele que nos dá força e energia para vivermos o evangelho de Jesus Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A QUARESMA</p>
<p>Os 40 dias que precedem a Semana Santa são dedicados à preparação para a celebração. Na tradição judaica, havia 40 dias de resguardo do corpo em relação aos excessos, para rememorar os 40 anos passados no deserto.</p>
<p>A estes se juntaram outros símbolos de várias culturas.</p>
<p>A Colomba Pascal</p>
<p>O bolo em forma de &#8220;pomba da paz&#8221; significa a vinda do Espírito Santo. Diz a lenda que a tradição surgiu na vila de Pavia (norte da Itália), onde um confeiteiro teria presenteado o rei lombardo Albuíno com a guloseima. O soberano, por sua vez, teria poupado a cidade de uma cruel invasão graças ao agrado.</p>
<p>De todos os símbolos, o ovo de páscoa é o mais esperado pelas crianças.</p>
<p>Nas culturas pagãs, o ovo trazia a idéia de começo de vida. Os povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa sorte. Os chineses já costumavam distribuir ovos coloridos entre amigos, na primavera, como referência à renovação da vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem muitas lendas sobre os ovos. A mais conhecida é a dos persas: eles acreditavam que a terra havia caído de um ovo gigante e, por este motivo, os ovos tornaram-se sagrados.</p>
<p>Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa, simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da Europa, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia, decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.</p>
<p>Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a Páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.</p>
<p>A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A versão mais aceita é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.</p>
<p>O coelho é um mamífero roedor que passa boa parte do tempo comendo. Ele tem pêlo bem fofinho e se alimenta de cenouras e vegetais. O coelho precisa mastigar bem os alimentos, para evitar que seus dentes cresçam sem parar.</p>
<p>Por sua grande fecundidade, o coelho tornou-se o símbolo mais popular da Páscoa. É que ele simboliza a Igreja que, pelo poder de Cristo, é fecunda em sua missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.</p>
<p>O girassol é uma flor de cor amarela, formada por muitas pétalas, de tamanho geralmente grande. Tem esse nome porque está sempre voltado para o sol.</p>
<p>O girassol, como símbolo da Páscoa, representa a busca da luz que é Cristo Jesus e, assim como ele segue o astro rei, os cristãos buscam em Cristo o caminho, a verdade e a vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes:</p>
<p>[1] Baseado na Coleção Descobrindo a Páscoa, Edições Chocolate.</p>
<p>[2] A vitória da Páscoa, Georges Chevrot, Editora Quadrante, São Paulo, 2002</p>
<p>[3] Vida Eucarística, José Manuel Iglesias, Editora Quadrante, São Paulo, 2005</p>
<p>&nbsp;</p>
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